Preços dos produtos nacionais aumentaram 1,94% no mês de Junho

 Preços dos produtos nacionais aumentaram 1,94% no mês de Junho

Os preços dos produtos nacionais aumentaram 1,94% no mês de Junho em relação ao mês de Maio, sendo a Secção A (que compreende a agricultura, produção animal, caça e silvicultura) que maior aumento de preços registou com 2,09%.

De acordo com o Índice de Preços Grossista (IPG), recentemente publicado pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE), no período de Maio a Junho do corrente ano, o IPG registou uma variação mensal de 1,15%, sendo 0,06 ponto percentual inferior à registada no período anterior e 1,17 pontos percentual inferior em relação ao mesmo mês do ano de 2021.

A variação homóloga de Junho situa-se em 27,22%, registando uma baixa de 2,51 pontos percentuais com relação à observada em igual período do ano anterior. A tendência da variação homóloga nos últimos três anos até ao mês de Março é crescente, invertendo o seu sentido a partir de Abril de 2022.

Segundo o INE, no período em apreciação, os produtos da Secção-A que tiveram maior variação de preços neste grupo foram: a cenoura (3,32%), banana (3,00%), limão (2,79%), ovo (2,65%), mandioca (2,61%), laranja (2,47%), repolho (2,37%), milho (2,36%) e batata rena com 2,28%.

Fazem ainda parte deste grupo com maiores subidas dos preços em Junho produtos como cabrito, com 2,26%; ginguba com 2,20%; pimento, com 1,95%; batata-doce, com 1,94%; abacaxi, com 1,87%; galinha viva, com 1,78%; gado bovino, com 1,48%; arroz corrente com 1,45%; feijão manteiga, com 1,44% e cebola, com 1,42%, entre os principais.

A variação acumulada dos produtos nacionais em Junho foi de 14,87%.

Durante o mês de Junho de 2022, os preços dos produtos importados tiveram um aumento de 0,90% em relação ao mês anterior, influenciado pela variação de preços verificada na Secção A com 1,20%.

Dentre os produtos que mais aumentaram os preços destacam-se milho em grão, com 2,14%; o tomate, com 1,66%; a batata rena, com 1,46%; feijão-verde, com 1,38%; laranja e ovo com 1,32% cada; o alho, com 1,18%; cebola com 1,15%; abóbora, com 1,06%; ginguba, com 1,00%; limão, com 0,74% e grão-de-bico, com 0,73%, entre os principais.

A variação acumulada dos produtos importados foi de 9,75%.

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