Paulo Flores entre as figuras de cartaz do espetáculo ‘As Mais Belas Canções da Lusofonia’

O músico e compositor angolano Paulo Flores integra o cartaz do espetáculo ‘As Mais Belas Canções da Lusofonia’, evento que vai reunir, no dia 15 de Dezembro, no Campo Pequeno, em Lisboa, artistas dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), com o suporte musical da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, em Portugal.

Autor do hit ‘Njila Ia Dikanza’ e uma das grandes referências da música moderna angolana, Paulo Flores é aguardado pela organização do festival para “soltar as suas cordas vocais e dar vida aos seus mais variados sucessos, com a sua musicalidade tradicional e o ritmo empolgado do semba que transmitem mensagens de amor, irmandade e união”, num evento que tem como objectivo celebrar a cultura e a música em língua portuguesa.

No Palco do espetáculo, para além de Paulo Flores, que representará Angola, vão estar nomes como Calema (São Tomé e Príncipe), Nancy Vieira (Cabo Verde), Blaya e Ive Greice (Brasil), Cuca Roseta, Rita Guerra, Tozé Santos e Tyoz (Portugal), Isabel Novella (Moçambique) e Karyna Gomes (Guiné Bissau); artistas que vão levar ao palco, não apenas temas emblemáticos dos seus países de nascimento, mas também os que marcam as suas próprias carreiras.

Com um cartaz diversificado, o espetáculo ‘As Mais Belas Canções da Lusofonia’ promete ser uma verdadeira festa para toda a família da língua portuguesa, tendo como “peça unificante” a Orquestra da Câmara de Cascais e Oeiras, que vai acompanhar esta viagem pelos países lusófonos num cenário único, irrepetível e, fundamentalmente, de relevância e simbolismo cultural.

Irinea Lukombo

Irinea Lukombo

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1 Comentário

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  • O palco para eventos do género, pertence aos melhores. Aos artistas que fazem da arte um arauto pertinente para um despertar de sensibilidades, para aquilo que são os valores culturais do povo ao longo da história e as suas pretensões quanto ao futuro das gentes que brotam do entrecruzar artistico-cultural da sociedade. E, neste caso, Paulo Flores faz muito bem o seu trabalho, com um cantar característico que encanta e faz cantar também. E assim, de parabéns estão todos os que tornam possível esta passerelle dos melhores para que as “vozes” de homens e de instrumentos, numa sincronia de exaltar cultura continuem a fortificar espíritos e a engendrar mais e mais acções pela afirmação merecida do lugar de honra dos nossos artistas.

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