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Reginaldo Silva recomenda ‘modelo simplifica’ para descomplicar o básico e o urgente sobre as autarquias

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O jornalista angolano Reginaldo Silva defendeu, esta quarta-feira, 26, a ideia de que é preciso a adopção do ‘modelo simplifica’, para que a institucionalização das autarquias no país deixe de ser um mero debate intelectual e académico e passe para uma fase efectiva de materialização.

Reginaldo Silva, que reagia na sua página do Facebook àquilo a que chamou de “primeiro debate autárquico desta quinta legislatura”, — referindo-se ao programa ‘Debate Livre’, da TV Zimbo, da última terça-feira, 25 — defendeu a necessidade de se “aplicar ao conceito poder autárquico o modelo simplifica, para descomplicar aquilo que de facto é básico e urgente”, uma vez que, no respeitante à matéria, “já não há nada mais para inventar”.

“Antes de pensarmos nas verbas, nas diferentes autonomias, no gradualismo, nas competências e na construção dos 30 prédios, pensemos apenas na necessidade de fazermos a gestão dos assuntos locais/municipais de forma diferente destes últimos 47 anos, elegendo um presidente da Câmara e uma assembleia de vereadores”, apelou o jornalista.

Reginaldo Silva, que se assume publicamente como um defensor acérrimo da institucionalização urgente do poder local no país, entende que “já não há mais tempo a perder”, e desencoraja a narrativa governamental, que começa a dar indicações de que as só devem ocorrer quando as infra-estruturas em construção forem concluídas.

“É por aí que temos de começar, porque se quisermos construir primeiro os 30 prédios e consultar todos os sobas da região, nem daqui a 30 anos vamos ter autarquias… Como é evidente, não acredito que seja esta a intenção do actual ‘complica’”.

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