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JLo garante na Noruega que o seu governo tem aprofundado as bases de um Estado democrático de direito em Angola

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O Presidente da República, João Lourenço, defendeu esta quinta-feira, 17, em Oslo, que o seu governo tudo tem feito para aprofundar no país as bases de um Estado democrático de direito, combatendo males que até há pouco tempo enfermavam o país, como a corrupção, o nepotismo e o tráfico de influência.

“A nossa acção governativa tem sido focada no sentido de aprofundar as bases de um Estado democrático de direito, onde não haja impunidade para com os actos de corrupção e para práticas de nepotismo e de tráfico de influências”, disse o chefe do executivo angolano, durante o ‘Fórum de Negócios Angola-Noruega’, que decorre naquele país nórdico.

João Lourenço, que se dirigia a uma plateia composta por empresários locais, pelo ministro norueguês dos Petróleos e Energia, Terje Asland, e membros do seu governo, ali reunidos pela Associação Norueguesa de Negócios com África (NABA), disse que o executivo angolano deu passos muito importantes no sentido de tornar Angola num espaço cada vez mais atractivo para a captação de investimentos estrangeiros”, com o objectivo “de construir uma economia forte e sustentada, e “cada vez menos dependente dos recursos do petróleo”.

Para isso, o chefe do executivo angolano afiançou que o seu governo está a “edificar um Estado que apresente altos níveis de transparência na gestão do erário, onde seja preservada a igualdade de oportunidades para todos os cidadãos e a sã concorrência entre os agentes de mercado”.

Mais do que isso, João Lourenço assegurou que o seu governo está também a construir “um Estado onde o acesso à justiça seja rápido e igual para todos e onde se valorize o mérito e a competência profissional”.

“Tendo em conta os efeitos nefastos do fenómeno da corrupção na nossa economia e sobretudo na sociedade angolana, o executivo angolano e os competentes órgãos da justiça têm vindo a tomar medidas concretas para eliminar os efeitos de tal fenómeno e assim tornar Angola num verdadeiro Estado de Direito em que ninguém esteja acima da Lei”, completou.

O combate ao branqueamento de capitais foi também destacado por João Lourenço, garantindo que o país está a “recuperar os activos que foram constituídos com recursos públicos e que foram ilegalmente transferidos para a propriedade de terceiros”.

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