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Grupo Parlamentar da UNITA condena actos de perseguição política e detenções arbitrárias de activistas

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A UNITA, o maior partido na oposição, manifestou o seu descontentamento e repúdio face aos actos de perseguição, assaltos, torturas e outras violações dos direitos humanos que se registam em Angola, sobretudo nos últimos anos, e que têm vitimado vários indivíduos da sociedade civil.

“O rol de atentados à vida, às liberdades e aos direitos fundamentais em Angola deve preocupar qualquer patriota e democrata de sã consciência, pois um país que há 30 anos consagrou o multipartidarismo, o Estado Democrático e de Direito, não pode continuar a perseguir, torturar, prender e assassinar quem pense diferente”, afirmou o Grupo Parlamentar da UNITA numa nota de repúdio tornada pública esta sexta-feira, 25.

Na mesma nota, a UNITA considera que “um Estado democrático e de direito não pode ter presos políticos”, referindo-se à prisão dos activistas cívicos Luther Campos e Ta Naice Neutro, detidos há mais de dez meses sem serem julgados, e mantidos em prisão, “mesmo depois do competente mandado de soltura”.

O partido do ‘Galo Negro’ mostra-se também indignado com os atentados e perseguições que tem sido vítima a cidadã Ludmila Pinto, esposa do jornalista Cláudio Pinto, cujo filho menor de apenas um ano tem sofrido também ameaças de morte.

“Os recentes actos de torturas e esfaqueamento de Ludmila Pinto, esposa do jornalista Cláudio Pinto, com ameaças de morte ao seu filho menor de apenas um ano de idade, são evidências da podridão do regime”, acusa o Grupo Parlamentar da UNITA.

Para a partido liderado por Adalberto Costa Júnior, estes actos “são provas da mentalidade monolítica e da cultura de violação dos direitos civis e políticos”.

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