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Contos folclóricos africanos podem ser assistidos este ano na Netflix

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Mais de 20 cineastas africanos foram pré-seleccionados para a competição de curtas-metragens ‘Contos Folclóricos Africanos Reimaginados’, um concurso promovido pela Netflix em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Entre os pré-seleccionados para o Top 20 dos cineastas emergentes destacam-se a santomense Katya Aragão, única cineasta a representar a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Machérie Ekwa-Bahango, da República Democrática do Congo (RDC), o nigeriano Nosa Igbinedion, o sul-africano Ndiyathemba Modibedi, entre outros.

Os 21 cineastas emergentes passam para a próxima fase da competição, na qual serão solicitados a apresentar as suas histórias a um painel de jurados.

O painel seleccionará seis vencedores que receberão um financiamento de 75 mil dólares e formação com profissionais da indústria cinematográfica para produção das suas obras, que serão exibidas na plataforma de Streaming Netflix. Além deste financiamento, os vencedores serão também premiados com mais 25 mil dólares norte-americanos.

Os candidatos foram seleccionados após um rigoroso processo de avaliação por uma ampla gama de profissionais da indústria de todo o continente, que avaliaram mais de 2.080 inscrições de todo o continente em vários idiomas. A lista contém um grupo dinâmico de criativos africanos de 13 países da região.

O presente concurso tem por objectivo enaltecer os contos folclóricos africanos pelo seu papel influente no património de uma cultura, transmitindo valores, conhecimentos e costumes de uma geração para a outra. Por outra, tenciona dar visibilidade global aos cineastas emergentes da África Subsaariana.

Irinea Lukombo

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