Tulinabo S. Mushingi, Ambassador to Senegal and Guinea-Bissau, gives a speech during the closing ceremony of Medical Readiness Exercise 21-4 at the Ouakum Military Hospital, Dakar, Senegal, July 28, 2021. The exercise, July 12-30, 2021, provided a real-world environment where medical professionals from both militaries built and strengthened medical treatment capability and capacity by honing their medical skills in alternative conditions while also learning different protocols from their counterparts. (U.S. Army photo by Sgt. Meleesa Gutierrez)

Presença de observadores internacionais nas eleições de Agosto depende do Executivo, diz embaixador dos EUA em Angola

O embaixador norte-americano em Angola, Tulinabo S. Mishingi, afirmou, no domingo, 27, que a decisão sobre a comparência de observadores internacionais para acompanhar as eleições previstas para Agosto deste ano compete ao Executivo angolano.

“A decisão pertence ao governo angolano. Tudo isso vai ser discutido e no tempo certo saberemos”, disse Tulinabo S. Mushingi, em entrevista à Lusa.

“Até agora, Angola não decidiu sobre esta questão, vamos esperar”, acrescentou o embaixador, salientando que “se o país está a falar sobre transparência, esta deverá ser uma das questões em que vai procurar uma solução” e manifestou a disponibilidade dos Estados Unidos da América (EUA) para partilhar as suas experiências sobre democracia com Angola.

O diplomata apontou o facto de, em muitas democracias — mencionando até mesmo o seu país — ocorrerem tensões, mas minimizou os últimos incidentes ocorridos na província do Uíge, entre militantes do MPLA e da UNITA.

“As tensões acontecem em muitas democracias, em muitas eleições do mundo, mesmo nos EUA, isso não me preocupa neste momento”, tranquilizou.

Tulinabo S. Mushingi referiu-se à necessidade de haver um trabalho conjunto, de evasão à violência e respeito mútuo, entre os protagonistas das tensões.

“Há uma ideia de poderem trabalhar juntos, de evitar violência e respeitar cada lado”, manifestou.

Tulinabo S. Mushingi foi embaixador no Senegal e na Guiné-Bissau, de 2017 a 2022, e no Burkina Faso de 2013 a 2016. Foi nomeado pelo Presidente norte-americano Joe Biden, a 19 de Abril de 2021, e confirmado pelo Senado dos EUA a 18 de Dezembro de 2021, como embaixador em Angola.

*Com a Lusa

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