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Morreu Siona Casimiro, o decano dos jornalistas angolanos

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Morreu, na madrugada desta sexta-feira, 10, na cidade de Paris, em França, vítima de doença, o jornalista Siona Casimiro, uma figura incontornável do jornalismo angolano, detentora legítima do estatuto de decano dos profissionais da classe em Angola.

Nascido a 12 de Maio de 1944, em Matadi (a capital da província do Congo Central, na República Democrática do Congo), para onde a sua família havia imigrado anos anteriores ao seu nascimento, Siona Bole Casimiro Wa Tulanta, de seu nome de baptismo, era filho de pais oriundos do município do Cuimba, na província do Zaire.

Diplomado pelo Cento de Formação Profissional de Jornalistas (CFPJ) de Paris, Siona Casimiro obteve a sua carteira profissional em 1969, após frequentar, com sucesso, um estágio na Agência Congolaise de Presse (ACP).

O ‘decano do jornalistas angolanos’, como passou a ser tratado no meio jornalístico, teve passagens por vários órgãos de comunicação social nacionais e estrangeiros, com destaque para a Angop, para a Agência Pan-Africana de Notícias Panapress, do Senegal, e a norte-americana Associated Press.

Até aposentar-se, foi o chefe de redação do Jornal Apostolado, ligado à Igreja Católica, e membro do Conselho Editorial da Rádio Eclésia. Esteve na génese da fundação do Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA) e do Instituto para a Comunicação Social da África Austral (MISA-Angola).

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