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Escândalo mundial: sauditas abatem Argentina

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Eis o primeiro resultado escandaloso deste Mundial, consumada após vitória da Arábia Saudita por 2-1 diante da equipa da Argentina, depois de uma primeira parte que fazia antever o triunfo de Messi e companhia.

A história da primeira parte começa logo aos dois minutos, com remate de Messi, no que foi o primeiro toque na bola no jogo, após jogada de Dí Maria, a obrigar o guarda-redes Owais à enorme defesa.

E foi o mesmo Messi quem inaugurou o marcador pouco depois, aos nove minutos, da marca dos 11 metros, convertendo sem dificuldades uma grande penalidade que castigou o derrube de Paredes na área saudita, que apenas foi detectado pelo VAR.

Os sauditas responderam ao golo, reagiram bem, foram aproximando-se do último terço argentino, mas sem criarem perigo ou rematarem à baliza de Martínez.

Sem conseguir controlar o jogo, mas mais perigosa no ataque, foi a Argentina que foi metendo bolas dentro da baliza saudita e teve três golos anulados entre o minuto 23’ e o minuto 35’, todos por fora de jogo.

Primeiro foi Messi, que viu o VAR anular-lhe o bis aos 23’, cinco minutos depois foi Lautaro Martínez a festejar, mas a ver frustrado o golo, com o  VAR a detectar posição irregular, e o mesmo Lautaro voltou a agitar as redes sauditas aos 35’, mas viu logo a posição irregular assinalada pelo árbitro assistente.

Sem mais alterações no marcador até ao descanso, o intervalo foi bom conselheiro para a equipa de Hervé Renard, que entrou com tudo para a segunda parte e no espaço de apenas oito minutos logrou a reviravolta, precisando apenas de dois remates.

O primeiro foi Saleh Alshehri, com um remate cruzado de pé esquerdo fora do alcance de Martínez, aos 48’, fazendo o 1-1 que atordoou a Argentina, e cinco minutos depois, num golo que nunca mais vai esquecer, Aldawsari puxou da culatra para remate na linha limite da área, indefensável para Martínez.

Logo a seguir, a Argentina fez três alterações e Lionel Scaloni estreou o benfiquista Enzo Fernández no Mundial. Conseguiu encostar a Arábia Saudita, mas não conseguiu lances de perigo claro, nem contornar a organização defensiva saudita, que nos últimos minutos já defendia com linha de seis e ainda teve de enfrentar quase 15 minutos de compensação após lance arrepiante entre o guarda-redes Owais e AlShahrani, que provocou o desmaio do segundo, obrigando a saída de maca.

No final, enorme festa saudita, no relvado e nas bancadas, na maior vitória do futebol árabe num Mundial.

*Texto Jornal A Bola

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